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Será que a comida realmente nos vicia? Ou será só questão de força de vontade?

Será que a comida realmente nos vicia? Ou será só questão de força de vontade?

vicio da alimentação

Durante muito tempo acreditou-se que comer em excesso era apenas uma questão de falta de força de vontade. Hoje, a ciência mostra-nos algo mais complexo: alguns alimentos, sobretudo os ultraprocessados, podem provocar comportamentos semelhantes aos de uma dependência.

Estudos recentes, incluindo um artigo publicado no British Medical Journal (2023), indicam que uma parte significativa da população apresenta sinais de perda de controlo, desejo intenso e consumo continuado, mesmo quando já existem consequências negativas para a saúde.

O que são alimentos ultraprocessados e porque “viciam”?

Os alimentos ultraprocessados são produtos industriais, por exemplo, bolachas, refrigerantes e bebidas açucaradas, cereais açucarados, fast food, snacks salgados e doces embalados.

Estes alimentos combinam açúcar refinado, gorduras adicionadas e sal em proporções que não existem na natureza. Essa combinação ativa fortemente os centros de recompensa do cérebro, libertando dopamina — o mesmo neurotransmissor associado a comportamentos aditivos. Esses comportamentos levam a que o ato de comer deixe de responder à fome fisiológica e passe a ser guiado por impulso, emoção e hábito.

Segundo a investigação analisada no artigo da BMJ, cerca de 14% dos adultos e 12% das crianças podem apresentar comportamentos compatíveis com “dependência alimentar”. Os sintomas incluem:

  • Dificuldade em parar de comer certos alimentos
  • Pensamentos constantes sobre comida
  • Comer mesmo sem fome
  • Sentimento de culpa após comer
  • Tentativas falhadas de reduzir o consumo

Importante sublinhar: não é fraqueza pessoal. É um ambiente alimentar altamente estimulante, desenhado para incentivar o consumo excessivo.

Esse consumo frequente de alimentos ultraprocessados influencia a saúde pois está associado a:

  • Aumento de peso e obesidade
  • Resistência à insulina e diabetes tipo 2
  • Doenças cardiovasculares
  • Inflamação crónica
  • Alterações do humor e da energia
  • Relação negativa com a comida (culpa, compulsão, restrição)

Para quem treina, isto pode significar:

  • Dificuldade em melhorar composição corporal
  • Falta de energia para os treinos

O que podemos e devemos fazer para combater este problema: em primeiro lugar não devemos demonizar alimentos, mas sim criar consciência e autonomia. Em seguida deve priorizar comida de “verdade” tal como, legumes e fruta, proteína de qualidade, gorduras naturais.

Ter cuidado com as restrições severas, porque, normalmente, quando se restringe demasiado, o desejo de comer “alimentos proibidos” aumenta, portanto, o ideal é equilibrar e evitar proibir. Restrições extremas aumentam o desejo. O equilíbrio é mais eficaz do que a proibição.

Caso não tenha esta capacidade de se controlar ou de criar um plano, deve procurar ajuda quer seja através de acompanhamento nutricional, ou mesmo psicológico.

O exercício pode e tem um papel muito importante. O exercício pode ajudar na regulação da dopamina, na redução de stress e ansiedade, no controlo do apetite, no aumento da autoconfiança e do autocontrolo, bem como na melhoria da composição corporal»

A saúde não se resume a contar calorias; a qualidade das escolhas alimentares tem um peso igual ou superior

A saúde não depende apenas de força de vontade, mas também do ambiente alimentar, da educação e do apoio certo.